Bairros como Mangalô, Baixa da Candeia (incluindo a rua Quebra Pescoço), Teresópolis, Silva Jardim, Santa Terezinha e Rua do Catu estão entre os locais mais atingidos. “Estamos realizando visitas técnicas e orientando as famílias das áreas mais afetadas e que tiveram seus imóveis prejudicados”, afirma Clélio Mendes, diretor da Defesa Civil.
Segundo Clélio, já foram registrados mais de 25 chamados de atendimento e a previsão aponta para mais chuva — cerca de 25 mm — nas próximas horas. As equipes seguirão em regime de plantão.
Moradora do Mangalô há 30 anos, a professora Elidiane do Carmo, 45 anos, relatou que uma enchente atingiu a casa de seus pais, onde móveis foram perdidos. “A prefeitura realmente tem nos ajudado muito. Ligamos para a Defesa Civil e eles já acionaram a Sedes para dar o suporte necessário à minha família”, diz.
Elidiane também ressalta a necessidade de conscientização da população sobre o descarte de lixo. “Grande parte das enchentes aqui é provocada pelo lixo descartado de maneira incorreta”, observa.
A autônoma Leila Carla Santos, 51, mora na avenida Marechal Aristóteles de Sousa Dantas, no Mangalô. Ela conta que a água das chuvas invadiu sua residência desde a quarta-feira passada, causando danos na estrutura do prédio. “É a segunda vez que acionamos a Defesa Civil e ela comparece para dar o suporte que necessitamos, que é avaliar a estrutura do prédio e solicitar a limpeza”, destaca.

Fotos: Secom Alagoinhas





