Acusados de matar Sara Freitas foram a júri popular — Foto: Reprodução/TV Bahia
Os três homens acusados pelo assassinato da cantora gospel Sara Freitas foram condenados após um júri popular que durou dois dias, no Fórum Criminal de Dias D'Ávila, na Região Metropolitana de Salvador.
Os réus foram condenados por feminicídio qualificado por motivo torpe — mediante pagamento e promessa de recompensa —, cometido com emprego de meio cruel e com recurso que dificultou a defesa da vítima.
As penas fixadas foram:
- Ederlan Santos Mariano: 34 anos e cinco meses de prisão;
- Victor Gabriel Oliveira Neves: 33 anos e dois meses de prisão;
- Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como Bispo Zadoque: 28 anos e seis meses.
No caso de Weslen, houve redução da pena em razão da confissão apresentada durante o julgamento.
O julgamento do caso estava previsto inicialmente par acontecer em novembro de 2025, mas os advogados dos réus abandonaram o fórum, alegando falta de estrutura e segurança. A Justiça considerou a atitude ilegal e remarcou a sessão para o mesmo local: o Fórum Desembargador Gerson Pereira dos Santos, em Dias D'Ávila, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).
No caso de Weslen, houve redução da pena em razão da confissão apresentada durante o julgamento.
O julgamento do caso estava previsto inicialmente par acontecer em novembro de 2025, mas os advogados dos réus abandonaram o fórum, alegando falta de estrutura e segurança. A Justiça considerou a atitude ilegal e remarcou a sessão para o mesmo local: o Fórum Desembargador Gerson Pereira dos Santos, em Dias D'Ávila, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).
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Sara Freitas tinha mais 50 mil seguidores nas redes sociais — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Por g1 BA
